Especialistas se referem aà dependência química,
não deixando dúvidas de que aquela cervejinha e os tragos
alcoólicos podem ser tão danosos quanto a cocaina. Na
verdade podem ser até mais prejudiciais do que produtos ilícitos,
jã que são vendidos livremente e em larga escala. Essa
nova forma de encarar a bebida não é exagerada. Hoje
11% do brasileiros sofrem de alcoolismo. O problema é bem maior
do que a dependência da maconha (1% da população).
Dados revelados pelo Centro Brasileiro de Informação
sobre Drogas Psicotrópicas em presquisas realizadas em 107
cidades com pessoas entre 12 e 65 anos.
Tudo começa de uma forma divertida, com amigos no bar, más
o exagero e a propensão genética podem fazer do costume
uma doença crônica, como diabete. O tratamento da dependência
é complexo, exige paciência e força de vontade,
e pode envolver a pscioterapia e medicamentos ( entre eles, antidepressivos).
Em certos casos são oferecidos meios de fortalecer a auto-estima
e resgatar a cidadania. É fundamental também o tratamento
das doenças associadas ao alcoolismo, caso da ansiedade, fobia
social e a sindrome do pânico. Algumas vezes elas surgem antes
do alcoolismo e levam ao vício. Modificar o contexto da dependência
é igualmente importante, é preciso criar condições
para que a pessoa diga não ao alcool. Isso implicar em mudar
a rotiana e os velhos hábitos.
Esforços
para conter o alcoolismo não nescessitam partir exclusivamente
dos seviços de saúde. Campanhas de prevenção
nas escolas podem ajudar a afastar o problemas dos jovens. Afinal
especialistas acreditam que o consumo de bebida esteja começando
cada vez mais cedo entre os jovens. por isso o alerta deveria ser
dado ainda na infância.
(Fonte:
Revista ISTO É )